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sábado, 5 de fevereiro de 2011

Esperança contra a depressão

Fonte: Lição 7 da Escola Sabatina



Sábado à tarde



Verso para Memorizar: “Perto está o Senhor dos que têm o coração quebrantado e salva os de espírito oprimido” (Salmo 34:18).

Leituras da semana: Sl 42, 31:10; 39:2-7; 32:1-5; 1Jo 1:9; Mq 7:1-7; Ap 21:2-4

A depressão, ou extremo desânimo a ponto de tornar a pessoa inválida, tem sido experimentada desde o começo do pecado. Vários personagens da Bíblia exibiram sintomas que, hoje, provavelmente preencheriam os critérios de diagnóstico da depressão.

A perda da esperança é um sintoma da depressão, e a mensagem bíblica de esperança pode nos oferecer muito, em contraste com um mundo que oferece tão pouco. Todos, às vezes, passam por momentos de desânimo extremo por qualquer variedade de motivos. Não é de admirar, portanto, que a Palavra de Deus esteja cheia de promessas que, não importando nossa situação, podem dar a todos nós motivos para esperar um futuro melhor, se não neste mundo, certamente no porvir.

Claro, quando a depressão é séria, é importante procurar ajuda profissional, tanto quanto possível. Por meio dessas pessoas, o Senhor pode trabalhar para ajudar aqueles que estão em necessidade de cuidados especiais. Afinal, independentemente de seu relacionamento com Deus, se estivesse fisicamente doente, você buscaria a ajuda de um médico ou profissional de saúde. O mesmo acontece com os que estão sofrendo de depressão clínica severa, que frequentemente é provocada por uma predisposição genética e desequilíbrio químico no cérebro. Assim, até mesmo os cristãos, às vezes, podem precisar da ajuda de profissionais.

sábado, 29 de janeiro de 2011

Bons pensamentos

Fonte: Lição 6 da Escola Sabatina





Sábado à tarde



Verso para Memorizar: “Finalmente, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é respeitável, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se alguma virtude há e se algum louvor existe, seja isso o que ocupe o vosso pensamento” (Filipenses 4:8).

Como uma das mais utilizadas formas de intervenção na saúde mental de hoje, a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) se baseia na suposição de que a maioria dos problemas psicológicos alcança melhora quando se identificam e mudam percepções, pensamentos e comportamentos inexatos e inadequados.

As pessoas depressivas tendem a interpretar os fatos de forma negativa; as pessoas ansiosas tendem a encarar o futuro com apreensão; e as que têm baixa autoestima maximizam o sucesso dos outros e minimizam o seu próprio. Assim, a TCC procura acostumar as pessoas a identificar e mudar seus hábitos doentios de pensamento em busca de melhores alternativas que promovam o comportamento desejável e eliminem os não desejados.

A Bíblia fala sobre a relação entre pensamentos e ações (Lc 6:45). Bons padrões de pensamento são não apenas saudáveis, mas também fornecem um caminho para a integridade: “Acaso, não erram os que maquinam o mal? Mas amor e fidelidade haverá para os que planejam o bem” (Pv 14:22).

Nesta semana, vamos analisar algumas verdades bíblicas que podem nos ajudar a obter controle sobre nossa atividade mental, permitindo que Cristo tome conta de nossa mente.

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Nota: Num mundo de hoje corrompido por maus hábitos, por conversações frívolas que nos rodeiam, programações televisivas que deturpam e corrompem os bons costumes... é difícil manter bons pensamentos. Mas é necessário um esforço extra para buscar uma excelência de pensamentos que irão nos fazer sentir-nos melhores com nós mesmo, com Deus e com nossos semelhantes.

sábado, 22 de janeiro de 2011

Culpa

Fonte: Lição 5 da Escola Sabatina

Sábado à tarde


Verso para Memorizar: “Se Tu, soberano Senhor, registrasses os pecados, quem escaparia? Mas contigo está o perdão para que sejas temido” (Salmo 130:3, 4, NVI).

Leituras da semana:
Gn 3:8-13; 1Jo 1:9; Sl 32; 1Tm 4:1, 2; Mt 26:75; Rm 8:1

O senso de culpa é uma das experiências emocionais mais dolorosas e incapacitadoras. Pode provocar vergonha, medo, tristeza, raiva, angústia e até enfermidade física. Embora frequentemente sejam desagradáveis, esses sentimentos podem ser usados por Deus para levar os pecadores ao arrependimento e ao pé da cruz, onde podem achar o perdão tão desejado. Às vezes, porém, o mecanismo da culpa faz com que as pessoas assumam a culpa por algo pelo que não são responsáveis, como no caso de alguns sobreviventes de acidentes ou filhos de pais divorciados.

Mas quando o senso de culpa é justificado, serve como boa consciência. A culpa produz desconforto suficiente para levar a pessoa a fazer algo sobre ela. Dependendo das escolhas pessoais, a culpa pode ser altamente destrutiva, como no caso de Judas, ou altamente positiva, como no caso de Pedro.

Nesta semana, vamos estudar quatro relatos bíblicos de culpa a fim de entender melhor esse processo e ver o que podemos aprender sobre ela, se for corretamente canalizada. Podemos ver como a culpa pode ser usada pelo Senhor para nosso proveito. Tudo depende, realmente, de nossa atitude em relação à culpa que sentimos e o que fazemos com ela.

sábado, 15 de janeiro de 2011

Relacionamentos

Fonte: Lição 04 da Escola Sabatina:


  Sábado à tarde

Verso para Memorizar: “Tudo quanto, pois, quereis que os homens vos façam, assim fazei-o vós também a eles; porque esta é a Lei e os Profetas” (Mateus 7:12)

Leituras da semana:
1Sm 25; Ef 4:1-3; 1Pe 3:9-12; Lc 17:3, 4; 23:34; Tg 5:16

Um experiente evangelista urbano costumava organizar seminários de administração do estresse como introdução às reuniões evangelísticas nas cidades. Ele criou uma pesquisa simples em que pedia ao público que mencionasse quatro ou cinco coisas que mais lhes provocavam estresse. Os trabalhadores agrupavam as respostas em categorias gerais (dinheiro, saúde, trabalho, relacionamentos, etc.). Antes que a contagem fosse completada, um trabalhador viu que o pregador já tinha preparado um conjunto de transparências para discutir os “relacionamentos” como a fonte número um. Quando questionado, o pastor explicou que os resultados eram sempre os mesmos: relacionamentos prejudicados sempre surgiam como a primeira causa de estresse.

Sejam problemas com o cônjuge, filhos, chefe, colegas de trabalho, vizinhos, amigos ou inimigos, as pessoas tendem a ser o principal motivo de estresse. Em contraste, quando os relacionamentos são positivos, são uma poderosa fonte de satisfação. Esse fator parece ser o mesmo em todos os lugares e em todas as culturas. As pessoas determinam se seremos felizes ou infelizes.


É por isso que, nesta semana, tomaremos algum tempo estudando o importante assunto dos relacionamentos e o que a Bíblia nos ensina sobre eles.



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O relacionamento um com o outro, seja lá quem ou onde for, sempre é muito delicado, difícil e por vezes nos machucamos. Palavras ásperas, estresse do cotidiano, são fatores que levam à contenda entre as pessoas. Devemos regar nossos relaciionamentos com cautela e palavras brandas. "A palavra branda desvia o furor, mas a palavra dura suscita a ira" Provérbios 15:1. Vejamos o que Ellen White nos diz:

“Quando sua experiência diária for olhar a Jesus e dEle aprender, você haverá de revelar caráter são e harmônico. Abrande suas manifestações, e não se permita proferir palavras condenatórias. Aprenda do grande Mestre. As expressões de bondade e simpatia farão bem como um remédio, e curarão os que se acham em desespero. O conhecimento da Palavra de Deus, introduzido na vida prática, terá uma força saneadora e suavizante. A aspereza no falar nunca há de produzir bênçãos para você, nem a nenhuma outra pessoa” (Obreiros Evangélicos, p. 163, 164).

sábado, 8 de janeiro de 2011

Estresse

Fonte: Lição 03 da Escola Sabatina - sábado a tarde:




Sábado à tarde






































Verso para Memorizar: “Vinde a Mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e Eu vos aliviarei” (Mateus 11:28).

O estresse afeta a todos. Exigências no trabalho, crises familiares, culpa, incerteza sobre o futuro, descontentamento com o passado – esses todos já são difíceis. Tudo isso, somado aos eventos gerais da vida, podem pôr sobre as pessoas pressão suficiente para afetar sua saúde física e mental. Os pesquisadores Thomas H. Holmes e Richard H. Rahe desenvolveram a escala de avaliação de reajustamento social, que classifica os eventos da vida com valores de estresse correspondentes a cada um: morte do cônjuge – 100; ferimentos ou enfermidade – 53; mudança de residência – 20; etc. Quem tiver acumulado 200 ou mais pontos a qualquer tempo corre um risco de 50 por cento de ficar doente; quem chega a 300 ou mais está no ponto de crise. O estresse moderado é necessário para aperfeiçoar o desempenho, mas um estresse além do ponto se torna um perigo à saúde.

Jesus mostrou por preceito e exemplo que o hábito de buscar a Deus em um tempo e lugar tranquilo é o melhor remédio para as tensões da vida (Mc 6:31). Se Lhe permitirmos, o Senhor nos ajudará a lidar com as pressões que fazem parte inevitável da vida.


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"Aquele que habita no esconderijo do Altíssimo,
à sombra do Onipotente descansará".
Salmos 91.1.



Há tempo para tudo debaixo do céu. É preciso separar momento para reflexão, descanso, contemplação da natureza e meditação nAquele que a criou, Deus. No mundo contemporâneo estamos sempre correndo, as coisas acontecem em grande velocidade e é necessário correr mesmo. Mas o nível de estresse aumenta e quando percebemos não separamos tempo para o esssencial. Nos irritamos com facilidade e terminamos descontando nas pessoas que mais amamos, por estarem próximas. Numa semana de sete dias, Deus sabiamente, desde a Criação do Mundo (Gênesis 1) separou um dia para pararmos completamente de nossas atividades, o Sábado (Êxodo 20:8), e descançar nos braços do Pai, nos aliviar de toda tensão do trabalho, dos estudos e renovar nossas forças físicas, mentais e espirituais.

“Mas os que esperam no Senhor renovam as suas forças,
sobem com asas como águias, correm e não se cansam,
caminham e não se fatigam”. Isaías 40:31

sábado, 1 de janeiro de 2011

Provisão divina para a ansiedade

Fonte: Lição 02 da Escola Sabatina - sábado a tarde:

Verso para Memorizar: “Lancem sobre Ele toda a sua ansiedade, porque Ele tem cuidado de vocês” (1Pe 5:7, NVI).

As Escrituras estão cheias de versículos que contêm palavras como medo, ansiedade, queixas, susto e terror. Muitas referências mencionam com que as pessoas estão ansiosas e temerosas; outras, com promessas de certeza divina aos que estão com medo ou ansiosos. A mensagem “Não temam” atravessa as Escrituras com força e persistência.

E por que não? Afinal, medo e ansiedade fazem parte da existência humana desde que o pecado entrou neste mundo. Ansiedade ou temor sobre o que pode acontecer é uma das emoções mais perigosas para a saúde física e mental. Conta uma lenda medieval que certo viajante encontrou à noite o Medo e a Praga a caminho de Londres, onde esperavam matar 10 mil pessoas. O viajante perguntou à Praga se ela faria toda a matança. “Ah! Não!”, respondeu a Praga. “Vou matar apenas umas centenas. Meu amigo Medo vai matar o restante.”

A lição desta semana mostra como, pelo poder divino, podemos ter alívio do medo e da ansiedade. Confiança em Deus e contentamento são fatores fundamentais para encarar o futuro com confiança.


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Nota: O Senhor nos conhece antes mesmo de nascermos, e Ele sabia que a humanidade seria ainda mais ansiosa nestes últimos tempos. Por isso as escrituras está cheia de promessas e Deus repetidas vezes nos diz: "Não temas, porque eu sou contigo; não te assombres, porque eu sou o teu Deus; eu te fortaleço, e te ajudo, e te sustento com a minha destra fiel". Isaías 4:10
Que neste novo ano, possamos entregar todos os nossos desejos, nossos sonhos nas mãos de Deus e viver cada dia intensamente, sem temor ou ansiedade pelo futuro. Lembro-me do hino que fala assim: "pois se Deus protege as aves, cuidará também de mim".

Porque eu, o SENHOR, teu Deus, te tomo pela tua mão direita e te digo: Não temas, que eu te ajudo. Isaías 41:13


sábado, 18 de dezembro de 2010

Baruque: Legado em um mundo em pedaços

Fonte: Lição 13 da Escola Sabatina - sábado a tarde:


VERSO PARA MEMORIZAR: “À lei e ao testemunho! Se eles não falarem desta maneira, jamais verão a alva” (Isaías 8:20).

Leituras da semana: Is 53:1-5; Jr 7:1-11; 28; 45; Mt 6:25-34


Como Baruque sabia, o mundo estava chegando ao fim. Jerusalém e Judá estavam em seus últimos momentos. A Assíria, que dominara o antigo Oriente Próximo por mais de duzentos anos, estava dividida interiormente, envolvida em guerra civil e perdendo seu domínio sobre os estados vassalos. Enquanto isso, uma nova superpotência estava no horizonte: Babilônia. Por um pouco de tempo, Judá teve algum repouso e, sob o bom rei Josias (640-609 a.C.), a nação conseguiu expandir seu território e renovar seu compromisso de adoração ao Deus verdadeiro. Porém, com a mudança da maré no fim do sétimo século a.C., o tempo estava se esgotando para Jerusalém. O rei Josias morreu em batalha contra os egípcios (2Rs 23:29). Seus filhos, que reinaram depois dele, não tiveram o mesmo status que o pai e se rebelaram repetidamente contra Babilônia, um erro fatal. Finalmente, em 586 a.C., Jerusalém foi tomada, o templo, destruído, e muitos judeus foram levados cativos.


Baruque viveu nesse tempo de dramática mudança e perda. Embora seu mundo estivesse desmoronando, ele deixou um legado que nenhum rei nem a guerra poderiam destruir.


Que podemos aprender de Baruque, nosso último personagem dos bastidores da Bíblia?

sábado, 11 de dezembro de 2010

Geazi: errando o alvo

Fonte: Lição 12 da Escola Sabatina - sábado a tarde:



VERSO PARA MEMORIZAR: “Sigam somente o Senhor, o seu Deus, e temam a Ele somente. Cumpram os Seus mandamentos e obedeçam-Lhe; sirvam-nO e apeguem-se a Ele” (Deuteronômio 13:4).

Leituras da semana: Gn 39:4-6; 2Rs 4; 5; 8:1–6; Jr 9:23, 24; Jo 13:1-17; 1Tm 6:10
Geazi era um servo. Não um servo qualquer, mas servo de um dos maiores profetas da história de Israel: Eliseu. Ele tinha sido chamado pelo Senhor para auxiliar o profeta Elias, preparando-se para seu próprio ministério profético (1Rs 19:16). Por muitos anos, Eliseu serviu a Elias e ouviu, observou e, assim, entendeu o que significa ser um profeta. Quando Elias foi levado ao Céu em um redemoinho de fogo (2Rs 2:11), chegou o tempo de Eliseu. Seu ministério não foi tão ardente e fascinante quanto o de Elias, mas ele mostrou uma influência de longo alcance.

Desse modo, Geazi teve a maravilhosa oportunidade de estar associado intimamente a alguém tão abençoado por Deus como Eliseu. É difícil imaginar tudo o que ele poderia ter aprendido e visto nos anos em que trabalhou com o profeta.

Mas, como veremos nesta semana, apesar de tanto potencial e das grandes oportunidades, Geazi se tornou um infeliz fracassado. Sua história serve como exemplo de alguém que é desviado e se torna impossibilitado de fazer a diferença entre o importante e o periférico. Como é importante aprender de seus erros!