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domingo, 8 de maio de 2011

O BRASIL VIVE UMA ILUSÃO DEMOCRÁTICA


Em decisão totalmente arbitrária ontem, o Supremo Tribunal Federal decretou sua legitimidade para a união civil gay e adoção de crianças por duplas gays. Arbitrária porque, embora essa seja a vontade patente do governo, da mídia esquerdista, da militância gay e do STF, não é a vontade do povo.
Não dava para decidir conforme o povo quer? Pesquisas no Brasil indicam que o povo fortemente rejeita essas imposições, inclusive adoção de crianças por duplas homossexuais.
Alguém certa vez disse que a melhor forma de governo é o “governo do povo, para o povo e sob Deus”.
Do povo? Se dependesse dos sentimentos, tradições e valores do povo, os ministros do STF teriam julgado com justiça, não com ideologia.
Para o povo? Se os ministros do STF se preocupassem com os sentimentos, tradições e valores do povo, teriam votado a favor do povo, não contra ele.
Sob Deus? Com Deus, é possível defender a justiça e resistir às tentações ideológicas e politicamente corretas. Sem Deus, tudo é possível.
O que o governo, mídia liberal e militância gay não conseguiram através do Congresso Nacional, devido à resistência do povo, conseguiram mediante suas majestades do STF, escolhidas em grande parte por suas majestades do PT, impor uma decisão que vai contra os sentimentos, tradições e valores do povo, sejam de proteção ao casamento natural ou às crianças.
Esqueça os sentimentos, tradições e valores do povo. Esse é o governo do PT, para o PT e sob o PT.
Essa imposição segue a tradição socialista soviética e nazista. Só para lembrar: o Partido Nazista era oficialmente o Partido dos Trabalhadores Nacional Socialista.
O povo que escolhe socialismo, come socialismo a força, seja por meio dos tribunais ou decretos imperiais.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

PROGRAMA VAI MOSTRAR VIDA E OBRA DE FERNANDO PESSOA DE FORMA INÉDITA

O Espaço Aberto Literatura é nesta sexta-feira (1), às 21h30.

O próximo Espaço Aberto Literatura vai mostrar a vida e obra de Fernando Pessoa, um dos maiores poetas da história da língua portuguesa, de uma forma como você nunca ouviu nem viu.

“Fernando Pessoa era um escritor sem imaginação”, que se baseava em características de amigos, parentes e conhecidos para compor seus personagens. Esta é uma das polêmicas afirmativas do escritor e advogado José Paulo Cavalcanti Filho, autor do livro "Fernando Pessoa, uma quase autobiografia". Ele passou cerca de dez anos entre Brasil e Portugal, pesquisando a vida do grande poeta português.


Cavalcanti Filho revela que Pessoa era tremendamente vaidoso, a ponto de só fazer suas roupas no melhor alfaiate de Lisboa, embora ganhasse pouco e vivesse sempre com dívidas. A principal novidade do livro é a descoberta de mais 55 heterônimos, além dos quase 80 que já eram de conhecimento público. O Espaço Aberto Literatura desta semana, gravado na recém-inaugurada exposição “Fernando Pessoa – plural como o universo”, em cartaz no Rio de Janeiro, traz ainda depoimentos de Carlos Felipe Moisés e Richard Zenith, especialistas e curadores da mostra. O programa é nesta sexta-feira (1), às 21h30

Fonte: GloboNews


sexta-feira, 25 de março de 2011

A IMPORTÂNCIA DA LEITURA

Fonte: Estadão

Imagine uma sala com prateleiras e estantes repletas de livros de todos os tipos: romances, poesias, crônicas, contos, ensaios, dicionários e enciclopédias. No centro, uma mesa de estudos, onde um aluno faz sua lição de casa. Nos lares brasileiros, essa cena ainda é rara: somos o país onde as crianças têm menos livros em casa. É o que mostra um levantamento inédito do Movimento Todos Pela Educação, com base no Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa) de 2010, que analisou 65 países. Cerca de 39% dos estudantes brasileiros declararam possuir, no máximo, dez obras literárias.

A pesquisa mostra ainda que jovens que convivem com livros em casa apresentaram um desempenho melhor nas provas do programa.

Tiago Queiroz/AE
Hábito. Michelle la Marck, de 14 anos, foge dos resumos e busca sempre a íntegra das obras; ela recebeu na escola um certificado de quem alugou mais livros

Com obras na estante, nota aumenta em até 17%

Estudo do Todos Pela Educação mostra que a quantidade de livros em casa acompanha uma melhora no desempenho no Pisa

 

“Um leitor crítico tem mais potencial na escola, especialmente nas disciplinas de ciências humanas. Um exemplo é o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem): se não souber interpretar o texto, não adianta saber o conceito”, opina Luiz Chinan, presidente do Instituto Canal do Livro.

Para tornar as obras atraentes, as escolas investem em diversas iniciativas. No Colégio São Domingos, na zona oeste paulistana, por exemplo, os alunos fazem viagens à terra natal dos autores. Cordisburgo, no norte de Minas Gerais onde nasceu Guimarães Rosa, e o sul da Bahia, onde Jorge Amado ambientou suas histórias, são destinos certos. “O livro tem de fazer sentido. Só assim o aluno se interessa de verdade”, afirma o diretor Silvio Barini Pinto.

Promover a interdisciplinaridade, relacionando literatura com geografia e história, e trabalhar parcerias com as famílias são outros recursos explorados pelas escolas. “Com o repertório mais amplo, o aluno transporta conhecimento para sua vida escolar e para o mundo, contribuindo como cidadão”, conta Gisele Magnossão, diretora pedagógica do Colégio Albert Sabin.

Resultados. Os alunos que leem por prazer afirmam que é nítido o impacto positivo do hábito na vida escolar. Eliakim Ferreira Oliveira, de 15 anos, atribui sua conquista - uma bolsa no colégio Santa Maria - ao “vício” em livros. Ex-aluno da rede pública, ele se destacou por seu desempenho e conseguiu a vaga na escola, uma das melhores de São Paulo segundo o Enem. 

“Ler bastante foi crucial na minha vida”, diz ele, que leu A Evolução da Física, de Albert Einstein e Leopold Infeld, aos 9 anos. Entre os autores que já leu estão Friedrich Nietzsche, James Joyce, John Keats e até Dan Brown (O Código da Vinci).

Brasil: baixa posição
A média do País no Pisa subiu 33 pontos entre 2000 e 2009. Mas o Brasil ainda figura no 53º lugar entre 65 países e a maioria dos alunos não passou do primeiro dos seis níveis de conhecimento. 

PRESTE ATENÇÃO
1.Ler histórias com os filhos em casa é uma das principais dicas dos especialistas para despertar o interesse por livros nas crianças.

2.Os pais devem acompanhar, em parceria com a escola, como está a leitura dos filhos. Para isso, o contato com os professores é essencial.

3.Levar as crianças para visitar livrarias é uma boa opção. Presenteá-las com livros também é uma prática indicada pelos educadores.

4.Passeios por bibliotecas, públicas ou privadas, também ajudam a despertar o interesse. A escola deve estimular e pode acompanhar a ida.

5.Estimular a comunicação escrita com os filhos, por meio de bilhetes e e-mails, também é um modo de influenciar a criança a ler.

6.Além de livros, vale a pena incentivar as crianças a ler de tudo: jornais, revistas, gibis e até folhetos. Assim elas se sentem “parte do mundo”.

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Nota:
As escolas, em sua maioria, não formam leitores, talvez por não estarem preparadas para trabalhar com a literatura de forma prazerosa e desvinculada de uma atividade didática, compulsória, com o intuito de tão somente avaliar o aluno, afastando-o ainda mais do livros. Porém, a escola ainda é o principal canal a quem é confiada a tarefa de iniciar a criança no mundo plural e infinito da leitura, e, quando esse trabalho de base não é realizado satisfatoriamente, fica ainda mais difícil depois.
Quanto aos pais, não digo que deveria ser sua a responsabilidade, mas digo sim ,que deveria ser seu maior prazer. Satisfação em revelar para o filho o mundo maravilhoso dos livros., aguçar sua imaginação, sua curiosidade e criatividade. Vejamos o que a professora Marisa Lajolo diz:

Ninguém nasce sabendo ler: aprende-se a ler à medida que se vive. Se, geralmente, se aprende a ler livros nos bancos da escola, outras leituras se aprendem por aí, na chamada escola da vida: a leitura do vôo das arribações que indica a seca - como sabe quem lê ‘Vidas Secas’, de Graciliano Ramos - independe da aprendizagem formal e se perfaz na interação cotidiana com o mundo das coisas e dos outros. Como entre tais coisas e tais outros se incluem também livros e leitores, fecha-se o círculo: lê-se para entender o mundo, para viver melhor.

Em nossa cultura, quanto mais abrangente a concepção de mundo e de vida, mais intensamente se lê, numa espiral quase sem fim, que pode e deve começar na escola, mas não pode (nem costuma) encerrar-se nela. Do mundo da leitura a leitura do mundo, o trajeto se cumpre sempre, refazendo-se, inclusive, por um vice-versa que transforma a leitura em prática circular e infinita. Como fonte de prazer e de sabedoria, a leitura não esgota seu poder de sedução nos estreitos círculos da escola. (LAJOLO, M. Do mundo da leitura para a leitura do mundo. São Paulo: Ática, 1999)

sexta-feira, 4 de março de 2011

MORRE AOS 102 ANOS VIÚVA DE GUIMARÃES ROSA

Aracy Moebius de Carvalho Guimarães Rosa, viúva do escritor João Guimarães Rosa (1908-1967), morreu na manhã de (03/03/11) de causas naturais, em São Paulo.

Ela tinha 102 anos e sofria do Mal de Alzheimer.

 

Aracy e Rosa se conheceram em Hamburgo, Alemanha, às vésperas da Segunda Guerra, quando ambos trabalhavam no consulado brasileiro na cidade.


Encarregada da seção de vistos, Aracy ajudou dezenas de famílias judias a fugirem da Alemanha.


O papel de Aracy foi reconhecido com uma placa em seu nome no Jardim dos Justos, no Museu do Holocausto de Jerusalém. É homenageada ainda no Museu do Holocausto em Washington.


Aracy ficou imortalizada na literatura brasiliera com a dedicatória que Guimarães Rosa dedicou a ela no livro "Grande Sertão: Veredas" (1956): "A Aracy, minha mulher, Ara, pertence este livro".


Ela deixa quatro netos e oito bisnetos.


Confira outras notícias relacionadas: A Trilha Certa


segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

MORRE O ESCRITOR GAÚCHO MOACYR SCLIAR

Escritor teve falência múltipla de órgãos e morreu à 1h de domingo (27).
Desde 2003, Scliar era membro da Academia Brasileira de Letras.

O escritor gaúcho Moacyr Scliar, 73 anos, morreu na madrugada deste domingo (27) no Hospital de Clínicas em Porto Alegre, por falência múltipla de órgãos devido às consequências de um acidente vascular cerebral (AVC).

Scliar havia sofrido um AVC na madrugada de 16 de janeiro enquanto se recuperava de uma cirurgia no intestino. De acordo com a assessoria de imprensa do hospital, o escritor morreu à 1h, na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Ele deve ser velado neste domingo na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, a partir das 14h. O sepultamento será na segunda-feira (28), em cerimônia reservada a familiares e amigos.

Moacyr Jaime Scliar nasceu em 23 de março de 1937, em Porto Alegre. Era casado com Judith, com quem teve um filho, Roberto. Seus pais, José e Sara Scliar, oriundos da Bessarábia (Rússia), chegaram ao Brasil em 1904. Formado em Medicina pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, era especialista em Saúde Pública e Doutor em Ciências pela Escola Nacional de Saúde Pública, tendo exercido a profissão junto ao Serviço de Assistência Médica Domiciliar e de Urgência.

Seu primeiro livro, publicado em 1962, foi "Histórias de médico em formação", contos baseados em sua experiência como estudante. Em 1968, publicou "O carnaval dos animais", de contos, que considerava de fato sua primeira obra.

Publicou mais de 70 livros de diversos gêneros literários – entre eles, os romances “O Exército de um homem só”, “A estranha nação de Rafael Mendes” e “O centauro no jardim” – e teve textos adaptados para cinema, televisão, rádio e teatro, inclusive no exterior. Era colaborador dos jornais Zero Hora e Folha de S. Paulo. Desde 2003, era membro da Academia Brasileira de Letras (ABL). Scliar ganhou três vezes o Prêmio Jabuti – a mais recente, em 2009, com o romance “Manual da paixão solitária”.


Fonte: G1

sábado, 26 de fevereiro de 2011

CRIANÇA SOBREVIVEU AO ABUTRE, FOTÓGRAFO SUCUMBIU À DOR


Kevin Carter disparou, em 1993, no Sudão, a foto que lhe viria a custar a vida, paradoxalmente, eternizando o fotógrafo sul-africano na galeria dos maiores repórteres fotográficos, com um “frame” icônico, o retrato de uma tragédia que não precisa de uma sílaba sequer. Quando fotografou aquela cena, em Ayod, no Sudão, em 1993, Kevin Carter teria visto, como quase toda a gente, na imagem de um abutre postado atrás de uma criança desnutrida, a metáfora perfeita para a fome que grassava, e matava, no Sudão. Disparou e pouco depois entrou no avião. O New York Times publicou a foto, que em 1994 viria a ganhar o prestigiado prêmio Pulitzer. Kevin Carter não suportou a glória de uma imagem que lhe recordaria a sua própria mortalidade, a sua própria face humana, que naquela tarde de 1993, no Sudão, se deixou dominar pelo brio profissional de capturar a imagem que melhor demonstrasse a tragédia que varria o Sudão. Conseguiu-o.

O Mundo viu, nessa foto, a morte e a fome, a morte pela fome. A opinião pública apressou-se a julgar e a condenar sumariamente a alegada frieza com que teria agido Kevin Carter, considerando que o fotógrafo poderia, e deveria, ter feito alguma coisa para salvar a criança. Kevin sentiu o mesmo e foi essa dor que o levou a pôr termo à própria vida, incapaz de suportar a ideia de não ter ajudado a salvar uma vida. [...]

A história de Carter é a de uma talvez infundada má consciência que o atirou para o consumo compulsivo de drogas, segundo o relato de dois amigos, Greg Marinovich e João Silva. [...] João Silva [...] foi o destinatário da carta deixada por Kevin quando do suicídio. A carta, conta João, “era enraivecida”. Nela, explica, Kevin justificava as drogas como “recurso fácil para a dor que sentia”.

Afinal, sabe-se agora, não era preciso ajudar aquela criança, que estava sendo ajudada pela ONU. Conta o El Mundo que a própria imagem ajuda a contar a história desconhecida, até agora, de Kong Nyong, a criança que escapou ao abutre e fintou a fome e a vida de Kevin Carter. Na mão direita da criança, vê-se uma pulseira de plástico da ajuda alimentar da ONU. Ampliando a foto, pode-se ver inscrita a sigla “T3”. “Usavam-se duas letras: ‘T’ para a malnutrição severa e ‘S’ para os que só necessitavam de alimentação suplementar. O número indica a ordem de chegada ao centro alimentar”, contou Florence Mourin, que coordenava os trabalhos naquele campo improvisado de ajuda alimentar.

Feita a explicação, a história, embora dura, parece mais linear: Kong Nyong sofria de malnutrição severa, foi o terceiro a chegar àquele centro e estava recebendo ajuda. Sobreviveu à fome e evitou o abutre. Segundo o pai, morreu em 2006, jovem adulto, vítima “de febres”, não de fome. Kevin Carter é que já não está aqui para testemunhar essa descoberta dos repórteres do El Mundo.

(Jornal de Notícias)

Nota: A presença da dor no mundo, sem dúvida, é um dos maiores “problemas filosófico-teológicos” com os quais os teístas têm que lidar. Se Deus é bom e todo-poderoso, argumentam alguns, por que Ele não faz nada a respeito do assunto? Se não faz, é porque não é tão bom ou não é tão poderoso. Desde Epicuro essa ideia, entre outras, vem sendo usada por ateus e incrédulos a fim de descartar a crença. Curiosamente, eu estava lendo o livro O Problema do Sofrimento (Ed. Vida), do ex-ateu C. S. Lewis, quando me deparei com a matéria acima. Veja o que ele escreveu nas páginas 108 a 111:

“Enquanto o homem mau não toma, na forma de sofrimento, consciência do mal inequivocamente presente em sua existência, ele está preso na ilusão. Uma vez despertado pelo sofrimento, ele sabe que, de uma forma ou de outra, está ‘face a face’ com o Universo real. Assim, ou se rebela (com a possibilidade de uma vazão mais evidente e de um arrependimento mais profundo em algum estágio posterior) ou faz alguma tentativa de adaptação, a qual se for buscada, haverá de leva-lo à religião. [...]

“Até mesmo os ateus se revoltam e exprimem [...] sua cólera contra Deus embora (ou porque) Deus, no ponto de vista deles, não exista. [...] Não resta dúvida de que o sofrimento, no forma de megafone de Deus, é um instrumento terrível, pois pode levar à rebelião definitiva e sem arrependimento [ou ao suicídio?]. Ele propicia, contudo, a única oportunidade que o homem mau pode ter para se emendar. Ele retira o véu ou finca a bandeira da verdade na fortaleza da alma rebelde. [...]

“Ora, Deus, que nos criou, sabe o que somos e que nossa felicidade repousa nEle, contudo não a buscaremos nEle enquanto Ele nos deixar qualquer outro recurso em que ela possa ser procurada de maneira plausível. Enquanto o que chamamos ‘nossa vida’ continuar satisfatório, não o entregaremos a Ele. O que, então, Deus pode fazer em nosso interesse, a não ser tornar ‘nossa vida’ menos satisfatória e privar-nos da fonte plausível da falsa felicidade? É justamente aqui, onde a providência de Deus parece a princípio ser mais cruel, que a humildade Divina [de aceitar aqueles que só se voltam para Ele na dor], o curvar-Se do Ser superior, mais merece louvor. [...]

“Os perigos da aparente autossuficiência explicam por que Nosso Senhor considera os vícios dos fracos e dissolutos de maneira tão mais tolerante que os vícios que levam ao êxito mundano. As prostitutas não correm o risco de achar a vida que têm satisfatória a ponto de não poderem se voltar para Deus. Já o orgulhoso, o avarento e o hipócrita estão correndo perigo.”

Muitas vezes, os pais têm que permitir que os filhos passem por situações difíceis a fim de que eles adquiram experiência em formem bom caráter. E não raro esses pais permitem isso com lágrimas nos olhos, acompanhando tudo de perto, ansiosos por abraçar o filho em processo de aprendizado. O Pai celestial também está “desesperadamente” interessado em nosso bem maior; em nossa segurança e felicidade eternas. E Ele sabe que isso somente será possível quando estivermos do outro lado da eternidade. Esse dia está próximo, mas, por enquanto, o processo de aprendizado prossegue. Deus sente nossa dor (e sentiu muito mais na Cruz...); caminha ao nosso lado com lágrimas nos olhos e corre até mesmo o risco de ser mal interpretado. Tudo para nos ajudar a fazer a mais importante das escolhas: aceitar a salvação que Ele oferece de graça. Se as lágrimas de dor hoje dificultam sua visão, aguarde o dia em que todas as perguntas serão respondidas – no colo do Pai.[MB] 

Fonte: Criacionismo 

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

A BÍBLIA DO MACKENZIE

Por Carlos Lordelo

Os calouros da Universidade Presbiteriana Mackenzie ganharam no segundo dia de aulas um kit contendo mochila e uma Bíblia com o logotipo da instituição. “É desejo do Mackenzie que você encontre aqui não só conhecimento humano, mas que você conheça a Deus, relacione-se com ele e encontre alegria nesse relacionamento”, diz a universidade no texto de apresentação.



Além do Antigo e do Novo Testamento, o livro, em formato de bolso, traz informações sobre a Igreja Presbiteriana do Brasil, que controla o instituto responsável pelo colégio e pela universidade – descrita como “cristã, fiel à cosmovisão reformada e, ao mesmo tempo, comprometida com um ensino de qualidade, em ambiente de liberdade acadêmica e ausência de discriminação”.

Fonte: O Estadão

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Reabertura completa da Biblioteca Mário de Andrade-SP

Depois de passar por reforma e modernização, a segunda maior biblioteca do país reabre completamente seu prédio principal celebrando a diversidade cultural de São Paulo com encontros temáticos e com show de Naná Vasconcelos na Praça Dom José Gaspar, que ganhará novo projeto paisagístico


No próximo dia 25 de janeiro, a cidade de São Paulo terá, além de seu aniversário de 457 anos, mais um motivo para celebrar. Nesta data será completamente reaberta a Biblioteca Mário de Andrade, segunda maior do país, que passou por modernização e restauro, tendo suas obras iniciadas em setembro de 2007. Ao todo, mais de 327 mil livros da coleção geral, dentre os quais 51 mil considerados raros ou especiais, estarão novamente à disposição para consultas. Além da biblioteca, a Praça Dom José Gaspar, onde ela está localizada, passou por uma revitalização e recebeu novo projeto paisagístico. 


O Plano Integrado de Modernização e Restauro da Biblioteca Mário de Andrade, realizado ao custo de R$ 16,3 milhões, com recursos do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e da Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Municipal de Cultura, órgão ao qual a Biblioteca é vinculada.

A primeira etapa do plano foi concluída no primeiro semestre de 2010 e permitiu a reabertura da Circulante, em julho do mesmo ano. Entre julho e dezembro de 2010, a seção Circulante recebeu 89.540 pessoas e emprestou mais de 21 mil obras. No espaço da Circulante, encontram-se, além da coleção de 42.525 obras disponíveis para empréstimo, a coleção São Paulo, a coleção de Referência e uma amostra da Coleção ONU.  



Inaugurada em 1926, a Biblioteca Mário de Andrade chegou a ocupar antes um edifício na rua 7 de abril. O atual prédio principal da biblioteca, para o qual ela se mudou em 1943, conta com 12.032 metros quadrados e foi projetado pelo arquiteto francês Jacques Pilon na década de 1930 ao estilo art déco. Seu tombamento pelo Conpresp (Conselho Municipal de Patrimônio Histórico) saiu em 1992.

As obras de modernização e restauro possibilitaram o recuperação da fachada, a impermeabilização das lajes da cobertura, a modernização das redes internas de infraestrutura lógica e elétrica, a readequação dos andares de armazenamento do acervo com mecanismos de proteção ambiental, a ampliação da área de armazenamento de coleções de obras raras e de artes; a construção de mezanino para a guarda do acervo da Circulante, com acesso independente; o restauro dos móveis originais; a redistribuição das áreas técnicas e administrativas, a implantação de soluções de acessibilidade universal e a reconstituição das três mais importantes salas da área de consulta: atualidades, artes, obras raras e coleção geral.  


Entre fevereiro e julho de 2009, o acervo geral da Biblioteca Mário de Andrade, composto de 200 mil exemplares, passou por uma desinfestação inédita ao custo de R$ 700 mil, recursos oriundos do orçamento da Secretaria Municipal de Cultura.

No dia 25, todos os espaços de atendimento da Biblioteca estarão em funcionamento, com horário excepcional, das 12h às 18h, e haverá uma intensa programação cultural que inclui visitas guiadas, lançamentos de livros e apresentações musicais, dentre as quais se destaca o Quarteto de Cordas do Teatro Municipal. Além disso, será relançado o livro “Memória Paulistana” com impressão da Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, organizado por Carlos Augusto Calil, com projeto gráfico de Emilie Chamie. 

Confira a programação completa.

 

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Livros de Paulo Coelho são proibidos no Irã, diz escritor

RIO DE JANEIRO (Reuters) - O escritor Paulo Coelho, autor brasileiro mais vendido no mundo, denunciou nesta segunda-feira que seus livros foram proibidos no Irã e disse que espera a ajuda do governo brasileiro para solucionar a questão. PUBLICIDADE Coelho publicou em seu blog (www.paulocoelhoblog.com) um email enviado por seu editor no Irã para informá-lo sobre a decisão do Ministério da Cultura e Orientação Islâmica do Irã de banir todos os livros do autor. "Eu, sinceramente, espero que o governo brasileiro se pronuncie a respeito", escreveu Coelho no blog. Segundo o autor, seus livros são publicados no Irã desde 1998 e mais de seis milhões de cópias já foram vendidas no país. Coelho afirma que o incidente "só pode ser um mal-entendido". Ele cita, no entanto, o episódio de 2009 em que uma mulher morreu durante manifestações populares contra o resultado das eleições. O editor de Coelho no Irã, Arash Hejazi, foi gravado tentando salvar a mulher, num caso que ganhou enorme repercussão internacional. Paulo Coelho é o autor brasileiro de maior sucesso internacional, com pelo menos 300 milhões de livros vendidos em mais de 150 países. Coelho informou que vai disponibilizar todos os seus livros de forma gratuita na Internet no idioma persa, falado no Irã. O brasileiro foi o primeiro escritor não muçulmano a visitar o Irã após a Revolução Islâmica de 1979, de acordo com o site da Academia Brasileira de Letras, em que ele ocupa a cadeira 21. (Por Pedro Fonseca) Fonte: Yahoo Brasil

O Jornal do Brasil também, registra declaração da ministra da Cultura, Ana de Hollanda sobre o ocorrido:
A ministra da Cultura, Ana de Hollanda, lamentou hoje (10) a decisão do governo iraniano de banir os livros do autor brasileiro Paulo Coelho naquele país. A ministra disse que vai conversar com o chanceler brasileiro, Antonio Patriota, para decidir como o Brasil poderá se manifestar contra a decisão do Irã.
“Vou conversar agora com o ministro Patriota, para entender como o Ministério das Relações Exteriores está vendo isso e provavelmente eles vão se manifestar. Essa manifestação do governo brasileiro cabe ao Ministério das Relações Exteriores. Pela cultura, só posso dizer que a censura é sempre lamentável”, disse a ministra, em visita ao Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro.

Analfabetismo no Brasil supera média da América Latina


A proporção de pessoas que não sabem ler ou escrever no Brasil é maior que a média registrada na América Latina e no Caribe. Ao todo, 9,6% dos brasileiros com mais de 15 anos são analfabetos contra 8,3% dos moradores da região, revela o Anuário Estatístico de 2010 da Comissão Econômica para América Latina e Caribe (Cepal), agência das Nações Unidas (ONU).

No ranking de 2010, o Brasil apresenta a sétima maior taxa de analfabetismo entre os 28 países da região. Está à frente, apenas, da Jamaica (9,8%), da República Dominicana (12,9%) e de El Salvador (16,6%), Honduras (19,4%), Guatemala (25,2%), Nicarágua (30,3%) e Haiti (41,1%).

O Brasil ainda está muito atrás de países como Uruguai (1,7%), Argentina (2,4%), Chile (2,95%), Paraguai (4,7%) e Colômbia (5,9%). A proporção de analfabetos é maior entre os brasileiros (10%) do que entre as brasileiras (7,6%).

A estimativa do estudo é que o Brasil ultrapasse a atual taxa de analfabetismo da América Latina apenas em 2015, quando a proporção de pessoas que não sabem ler no país deve chegar a 8,2%.

A taxa de analfabetismo na América Latina e no Caribe caiu 68,5% entre 1970 e 2010, passando de 26,3% para 8,3%. Em 2015 a proporção de pessoas que não sabem ler ou escrever na região deve ser de 7,1%, segundo estimativas da ONU.

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Projeto proíbe livrarias de selecionar livros que vendem


Tramita na Câmara o Projeto de Lei 7913/10, que obriga livrarias e pontos de venda de livros a comercializar todas as obras enviadas a eles. Caso o comerciante se oponha a vender, deverá comunicar os motivos por escrito ao autor ou editor, que poderá apresentar recurso à Câmara Brasileira do Livro ou às câmaras estaduais.

Aproposta pretende garantir a “livre circulação de livros no País". Na opinião do autor, deputado Bonifácio de Andrada (PSDB-MG), "livrarias não podem ficar submetidas ao jogo econômico e às preferências pessoais". Segundo o deputado, é comum as grandes editoras e distribuidoras contarem com livrarias próprias. "Isso resulta na impossibilidade de autores de menor capacidade financeira colocarem à venda sua obras, que, em certo casos, representam importante contribuição à vida cultural do País", diz.

A proposta também define toda livraria como "núcleo cultural de importância social protegida pelo poder público". As livrarias, para o autor do projeto, "não são meras casas comerciais, mas locais de transmissão e circulação de ideias e produtos intelectuais de interesse da cultura nacional".

Tramitação
O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Educação e Cultura; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

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Nota: Então teremos a livre circulação de livros no país e a livraria terá que se submeter à tais exigências? Onde está a livre escolha que a livraria, o seu proprietário tem direito? É momento de repensarmos sobre a democracia e as leis que contradizem, ceifando a liberdade dos comerciantes sobre seus próprios negócios. Bem que o governo federal poderia criar uma livraria modelo, com tudo que for lançado no mercado editorial e implantar núcleos nos estados, comercializando os produtos com descontos para a população...

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Identidade de Mona Lisa

Italiano diz que 'B' e 'S e iniciais 'CE' estão registradas no olho esquerdo. Mistério já foi objeto de teorias na ficção, como em 'O Código Da Vinci'.

As teorias mais comuns são as de que La Gioconda seria a mãe de Leonardo ou a mulher de um mercador de Florença (Foto: Wiki commons)

A Mona Lisa de Leonardo da Vinci guarda em sua pupila esquerda a chave da identidade da modelo em que o pintor se inspirou, segundo o investigador italiano Silvano Vinceti, cujas teorias são divulgas nesta segunda-feira (13) pelo jornal "The Guardian".

De acordo com Vinceti, que é presidente da comissão nacional de patrimônio cultural em seu país, o gênio renascentista, amante dos códigos, pintou uma série de letras pequenas nas duas pupilas de Mona Lisa.

"Invisíveis ao olho humano e pintadas em preto sobre verde e marrom, estão as letras LV em sua pupila direita, obviamente as iniciais de Leonardo, mas o mais interessante está em sua pupila esquerda", afirma o investigador, em declarações recolhidas pelo jornal.

Vinceti sustenta que no olho aparecem as letras "B" e "S", além de, possivelmente, as iniciais "CE", o que considera de vital importância para averiguar a identidade da modelo.

A modelo foi identificada frequentemente como Lisa Gherardini, a esposa de um mercador florentino, mas o investigador italiano não está de acordo, já que mantém que a Mona Lisa foi pintada em Milão.

"Atrás do quadro aparecem os números 149, com um quarto número médio apagado, o que sugere que Da Vinci o pintou quando estava em Milão na década de 1490, usando como modelo uma mulher da corte de Ludovico Sforza, o duque de Milão", declara ao jornal.

"Leonardo gostava de utilizar símbolos e códigos para transmitir mensagens, e queria que descobríssemos a identidade da modelo através de seus olhos", prossegue o italiano, que deve detalhar suas conclusões no próximo mês.

O mistério da Mona Lisa já foi objeto de teorias também na ficção, como no caso do romance "O Código Da Vinci", na qual o autor, Dan Brown, sugere que o nome é um anagrama para Amon l'Isa, em referência a antigas divindades egípcias.


Fonte: G1